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Standout projects making waves around the web

Uma fotografia aleatória pra contar uma novidade: a partir deste semestre serei professora de Direção de Fotografia nos cursos de Realização Audiovisual (CRAV) e Produção Audiovisual da Unisinos. Fico muito feliz com o início dessa jornada, mas também com um frio na barriga pela responsabilidade que é ensinar — ainda mais algo tão especial quanto fotografia & cinema — e pelo tanto que há também a aprender neste processo. Agradeço pela oportunidade. ♡  ???? Raisa Bosniac & Thiago Mann

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No meio do caos da vida, hoje recebi uma notícia bonita — "Estudos sobre a vida em rede" foi escolhido como Melhor Filme no Fungi Film Fest 2025, nos Estados Unidos. O evento contou com filmes participantes de oito países e é o único festival no mundo inteiramente dedicado aos fungos. Nas palavras do júri: "O prêmio Best of the Fest reconhece o filme que combina um tema instigante relacionado aos fungos com uma produção de alta qualidade. Com sua paleta suave e trilha sonora que serpenteia delicadamente, a obra vencedora deste ano nos nutre com uma mensagem de conexão, desapego e enamoramento pela vida — uma mensagem não dita, mas universal. Tão gentil em sua apresentação quanto o micélio que dança pelos seus quadros, este trabalho comovente amplia no espectador um sentir pelos fungos que não pode ser explicado, apenas incorporado ao entrelaçar-se com os caprichos da Terra, seus fins e retornos." Muito feliz com o reconhecimento. Agradeço à equipe que embarcou comigo nessa jornada de tantas transformações. ♡

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Sentidos curiosos. #35mm #film

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A fotografia como um lugar a ser habitado. #120 #film

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HOJE 05 DE FEVEREIRO AS 18H Inaugura a mostra "Território em Contexto" na Galeria Sotero Cosme, 6° andar da CCMQ. Estamos muito felizes em apresentar essa exposição no contexto da capital gaúcha, dando visibilidade para pesquisas artísticas desenvolvidas na região das Missões durante o programa Residência Casa Movente 2025, através de parceria institucional com @ieavirs. Esperamos por vocês! ➡️ Abertura da exposição “Território em contexto” + Conversas de Casa: 5 de fevereiro, às 18h ➡️ Local: Galeria Sotero Cosme, do Museu de Arte Contemporânea (MAC RS), no 6º andar da Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ). Rua dos Andradas, 736, Centro Histórico de Porto Alegre ➡️ Visitação: até 5 de abril de 2026, de terça-feira a domingo, das 10h às 19h ➡️ Entrada gratuita O projeto foi selecionado no Edital Sedac nº 27/2024 PNAB RS – Artes Visuais. ????O MAC RS e a CCMQ são instituições da Secretaria da Cultura (Sedac). #residenciacasamovente #oficinaescobar #missoes #macrs #portoalegre

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Meu primeiro prêmio como diretora. O curta-metragem "Estudos sobre a vida em rede" foi escolhido como Melhor Filme no Fungi Film Fest 2025, realizado em Portland, nos Estados Unidos. É um festival específico sobre filmes de fungos (talvez o único no mundo) - então sim, é um nicho bem restrito - mas, ao mesmo tempo, contou com 16 filmes oriundos de 8 países. É algo pequeno mas também gigante pra mim - assim como são essas existências miceliais, tão ínfimas e imensas, inspiradoras. E, na verdade, esse prêmio é de toda a equipe que se dedicou lindamente pra fazer o filme acontecer.  Agradeço! ????

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Outro ser interessante que eu e Maria Alice Neves, pesquisadora da UFSC, encontramos na nossa saída de campo na floresta foi uma flor do gênero Voyria, conhecida como “planta fantasma”. Ao contrário da maioria das plantas, elas não possuem clorofila. Ao invés de realizarem fotossíntese, elas costumam obter seus nutrientes através do parasitismo em fungos, consideradas mico-heterotróficas. É importante lembrar que o parasitismo também é uma forma de simbiose, ainda que, diferente das relações de simbioses mutualistas que investigo em minha tese, no parasitismo apenas uma parte se beneficia, obtendo nutrientes e abrigo, enquanto a outra é prejudicada. Suas raízes são grossas e densamente agrupadas, formando uma espécie de “ninho de pássaro” que abriga seu fungo hospedeiro. A flor que encontramos era de cor amarelada e estava solitária, mas algumas também podem viver agrupadas com muitas flores individuais. Como todas as plantas mico-heterotróficas, elas são capazes de viver em condições de muita escuridão, como o solo de florestas densas. Uma saída de campo com uma bióloga é sempre uma bonita oportunidade de aprender. #35mm #film #instax

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Onde termina um fungo e começa o resto do mundo? #35mm #film

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Em dezembro, tive a experiência de fazer uma saída de campo com a pesquisadora Maria Alice Neves, da UFSC, especialista no estudo de fungos ectomicorrízicos tropicais e colaboradora da SPUN. Em uma pequena trilha no Monumento Natural (MONA) da Lagoa do Peri, em Florianópolis, encontramos diversos tipos de fungos, alguns ectomicorrízicos, outros decompositores ou parasitas — inclusive, vi pela primeira vez um fungo do gênero Cordyceps, que habitava o corpinho de uma Nezera viridula sob a terra. Munida de uma cesta, uma pequena régua, uma faca e uma caixinha para a coleta de cogumelos, Maria Alice manifestava o mesmo encanto que sinto quando encontro esses seres na floresta. Brincamos sobre o fato de que o tempo para apreciação dos universos que existem ali é outro — uma trilha muito curta pode demorar horas para ser feita, se estamos em estado de contemplação. O ambiente que escolhemos é uma área mista: possui o bioma de restinga, mas também uma área com Pinus e Eucaliptos invasores. Na área da restinga, pudemos observar a presença da planta conhecida como Maria-Mole - Guapira opposita. Segundo Maria Alice, estima-se que esta planta possua mais de 40 morfotipos de fungos na raiz, em relações de simbiose micorrízica, e destes 40, foram identificados seis tipos. Essa planta — e suas relações — possui uma função nucleadora na região da restinga, com extrema importância para a manutenção deste bioma. Em um momento da caminhada, fizemos uma parada para observar a micorriza que existia ali nas raízes de Pinus. Maria Alice me explicou que nem todas podem ser vistas a olho nu, algumas somente com o uso de microscópio, como é o caso das relações existentes nas raízes da Maria-Mole. Com o auxílio de uma pequena lupa e um filtro macro, observamos a presença de um fino manto em volta da ponta da raiz. Em outro dia daquela mesma semana, fomos ao laboratório de Maria Alice na UFSC, o MicoLab, observar algumas lâminas de micorrizas no microscópio — assunto que fica para um próximo momento. Que lindo é conhecer pessoas que fazem ciência com maravilhamento. Agradeço à Maria Alice pela abertura, e à pesquisadora chilena Patrícia Silva-Flores, que fez a ponte entre nós.

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